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1
de
Fevereiro
Heb 12,1-4 / Sl 21,26-32 / Mc 5, 21-43
A passagem da Carta aos Hebreus convida-nos a permanecer firmes
na fé, despojando-nos de todo o pecado que nos impede de ser
autênticos discípulos.
O Evangelho oferece-nos dois exemplos de assombrosa fé. Olho-me
no exemplo de ambas as personagens?
“Filha a tua fé te curou. Vai em paz e com saúde”.
LECTIO DIVINA
É
necessário que a escuta da Palavra se converta num encontro
vital na antiga tradição da Lectio Divina, que permite captar no
texto bíblico a Palavra viva que interpela, orienta, plasma,
muda a existência.
João Paulo II
2
de Fevereiro
Apresentação do Senhor
Mal 2, 3-4 / Sl 23, 7-10 / Heb 2, 14-18 / Lc 2, 22-40
A
festa de hoje convida a prestar atenção às personagens que
aparecem na apresentação do Senhor no templo: o menino, os seus
pais, dois anciãos e o Espírito Santo. As suas acções são de
pobres; a sua reacção é de louvor e salvação. Todos são movidos
e iluminados pelo Espírito Santo.
Reparemos bem: duas vidas gastas na esperança proclamam as
maravilhas que Deus realiza nos humildes; o Espírito guia pelo
caminho da esperança os que buscamos o Senhor e para encontrá-lo
necessitamos a sua luz.
Ilumina-me, Senhor, com o teu Espírito!
OBRIGADO PELA MINHA IDADE
Obrigado, Senhor, por me fazeres humilde,
obrigado por me fazeres pobre
de riquezas mundanas
como a Simeão e a Ana;
Obrigado por me manteres a fé
desde a minha tenra idade.
3 de
Fevereiro
S. Brás
Heb
12, 18-19.21-24 / Sl 47,2-4.9-11 / Mc 6, 7-13
Jesus associou os discípulos à sua missão. A tarefa que agora
lhes confia não consiste em falar mas em fazer. E o que fazem é
libertador para as pessoas.
Esta passagem é rica em atitudes. Quais me sinto chamado a
cultivar na minha vida? Como podem repercutir essas atitudes nos
outros?
Meditamos, Senhor na tua misericórdia.
Quem espera o Messias?
Quando era pequeno li um conto judaico que não pude entender.
Apenas dizia isto: “Diante das portas de Roma está sentado um
mendigo leproso, esperando. É o Messias”.
Intrigado, aproximei-me de um ancião e perguntei-lhe. “Quem é
que ele espera?” E o ancião deu-me uma resposta que nesse
momento não entendi mas que cheguei a compreender mais tarde.
Disse-me: “Espera por ti.”
M. Buber
4 de
Fevereiro
S. João de Brito
Heb 13,1-8 / Sl 26, 1.3.5.8-9 / Mc 6, 14-29
Leio com atenção este Salmo 26. Das imagens referidas a
Deus brota a confiança e a súplica.
Detenho-me nessas imagens do salmo com as quais me sinto
identificado.
Tu, Senhor, és a minha luz, a minha salvação, a minha
fortaleza.
O Símbolo da Luz
A luz é um dos símbolos mais utilizados na linguagem
religisoa. Como os símbolos nascem das vivências
concretas das pessoas, podde ocorrer que na passagem de
uma cultura a outra percam a sua força ou, até, o seu
significado. Por exemplo, é possível que nós, pessoad so
século XXI que obtemos lu com um simples tocar um
interruptor, naõ captemos o valor que a luz tinha para o
homem e a mulher dos tempos bíblicos. Recuperar a
profundidade e a beleza dos símbolos é tornar presente
toda a nossa experiência humana para falar do mistério
de Deus.
5 de
Fevereiro
Heb 13, 15-17. 20-21 / Sl 22, 1-6 / Mc 6, 30-34
Jesus sempre olhava para cada pessoa com profundo amor e
compreensão. Desde essa visão do ser humano, lhes “dava
de comer”.
Hoje as pessoas continuam a ter fome de pão, de justiça,
de verdade, de vida.
Como posso eu dar-lhes de comer?
A BÍBLIA
A Bíblia consta de 73 livros distintos; tão distintos
uns dos outros como os livros de qualquer biblioteca. Na
Bíblia há livros de história, de poesia, há cartas,
hinos, refrães, sermões, crónicas; há o registo civil de
todo um povo e também o registo de propriedade desse
povo. O que mais se parece ao que é a Bíblia é um jornal
diário qualquer em que há secções de sentido tão
distinto como as notícias internacionais, os editoriais,
os anúncios comerciais, poesias, anúncios de cinema,
televisão, caricaturas, cartões de convites, etc. Tudo
era “história de salvação” para os seus autores.
6 de
Fevereiro
DOMINGO V DO TEMPO COMUM
Is 58,7-10 / Sl 111, 4-9/ 1 Cor 12, 1-5/ Mt 5,13-16
Jesus apresenta-se como o Mestre que reúne à sua volta
um grupo de discípulos a quem ensina a dar profundidade
especial ao quotidiano. Compara os seus seguidores com o
sal e a luz.
O sal, que dá sabor e protege da corrupção, perde as
suas propriedades se se contamina. Por isso os
discípulos de Jesus têm que preservar a mensagem que
receberam.
Jesus compara os seus discípulos com a luz. Receberam-na
de Deus e têm como missão iluminar, resplandecer segundo
o amor que receberam e torná-lo visível a todos,
actuando segundo o mesmo amor.
Peçamos ao Senhor que torne saborosos os espaços da vida
nos quais nos movemos. Roguemos-lhe que saibamos
iluminar aquelas situações que necessitem da sua luz
para denunciar a injustiça, para acompanhar na dor, para
orientar os que andam perdidos.
7
de Fevereiro
As Cinco Chagas do Senhor
Is
53, 1-10 / Sl 21, 7-8.15.17-18.22-23 / Jo 19, 28-37
O
culto das Cinco Chagas do Senhor, isto é, das feridas que Cristo
recebeu na cruz e manifestou aos Apóstolos depois da
ressurreição, foi sempre uma devoção muito viva entre os
portugueses, desde os começos da nacionalidade. São disso
testemunho a literatura religiosa e a onomástica referente a
pessoa e a instituições. Os Lusíadas sintetizam (I. 7) o
simbolismo que tradicionalmente relaciona as armas da bandeira
nacional com as Chagas de Cristo. Assim
8
de Fevereiro
S. Jerónimo Emiliano e S. Josefina Bakhita
Gen
1, 20-2,4a / Sl 8,4-9 / Mc 7,1-13
A
Deus descobre-se no homem e na mulher. Ambos foram criados com a
mesma dignidade. Homem e mulher manifestam o tudo-em-comum com
Deus. Somos o cume da criação.
Quanto podemos fazer em favor de cada homem e mulher?
por
cada homem, por cada mulher com quem vou conviver hoje.
Sabias que?
O
objectivo da Bíblia não é o de proporcionar dados arqueológicos
nem científicos. Por isso não podemos pensar que Deus criou o
mundo em sete dias. O objectivo deste relato é afirmar que Deus
é a origem de tudo. Quer responder a perguntas que todas as
pessoas de todos os tempos fazem: De onde venho? Para onde vou?
Quando leias a Bíblia, pensa que Deus te fez por amor, que te
acompanha na viagem da tua vida e que te espera no final de
braços a abertos para te abraçar.
9
de Fevereiro
Gen 2, 4b-9. 15-17 / Sl 103, 1-2a. 27-30 / Mc 7, 14-23
Se no primeiro relato dos Génesis Deus aparece como um
director de orquestra, no segundo mostra-se como oleiro.
Modela o ser humano livre e responsável diante de Deus.
Descubro em mim o hálito divino e, ao mesmo tempo, a
minha dependência do mundo envolvente? Como vou dando
forma à minha existência?
Rezo com S. Agostinho: “Fizeste-nos, Senhor, para ti e o
nosso coração não repousa até descansar em ti”.
Ler e compreender
Temo que os livros sagrados permaneçam obscuros,
fechados até, por causa da nossa negligência e dureza do
coração. Não basta com o zelo pelo estudo da Escritura;
é preciso suplicar ao Senhor e pedir-lhe dia e noite que
o Cordeiro da tribo de Judá venha e se digne abrir os
selos. É ele quem, abrindo as escrituras, inflama o
coração dos discípulos.
Origenes
10
de Fevereiro
S. Escolástica
Gen
2, 18-25 / Sl 127, 1-5/ Mc 7, 24,30
Homem e mulher, são expressão dinâmica e criativa do amor de
Deus. Tudo vem do Amor e apela ao amor.
Como percebo eu esse amor em toda a criação? E nos outros? Como
manifesto a amor aos outros?
Graças, Senhor, por cada homem e mulher que tu criaste por amor.
11 de
Fevereiro
Nossa Senhora de Lurdes
Gen
3,1-8 / Sl 31,1-2.5-7 / Mc 7, 31,37
O
pecado manifesta a nudez do ser humano. Então se esconderam de
Deus.
O pecado também oculta que Deus é maior que o nosso próprio
coração.
Graças, Senhor, porque o mal não tem a última palavra. Jesus
veio para tirar todas as dúvidas.
QUESTÃO ECOLÓGICA: LIMITE DE RESERVAS DE ÁGUA POTÁVEL
70%
da terra está coberta de água, mas só é doce 2,5%. Desta só 0,3%
se encontra disponível nos rios e lagos do mundo. Uns 30% está
armazenada sob a superfície, e o resto, congelada nos glaciares
e nas massas polares. Para dizê-lo de outro modo: de cada cem
litros de água, menos de metade de um copo é útil para o consumo
humano. Se continuamos a esbanjar, ficaremos sem água.
12
de Fevereiro
Gen 3,9-24 / Sl 89,2-6.12-13 / Mc 8, 1-10
O
relato do pecado é a “história de um equívoco”. Deus remedei-a
enviando Jesus que nos liberta do pecado e nos dá a vida eterna.
13 de
Fevereiro
VI DOMINGO DO TEMPO COMUM
Sir
15, 16-21 / Sl 118, 1-2. 4-5. 17-18. 33-34 / 1 Cor 2, 6-10 / Mt
5, 17-37
Uma
vez que o discípulo é quem põe em prática os mandamentos de
Jesus, Mateus reúne todos os ensinamentos do Mestre em cinco
grandes discursos. Um deles é o Sermão da Montanha que estamos
lendo estes domingos (Mt 5-7). Na passagem de hoje Jesus diz que
o discípulo se caracteriza pela sua relação, pela maneira de
estabelecer relações com os outros. Olhai bem para o texto, ele
convida a levar a lei até às últimas consequências. Mateus desde
os ensinamentos de Jesus convida a sua comunidade, e a nossa, a
burilar-se nestes ensinamentos para que possam trabalhar para os
outros na dinâmica do Reino.
14 de
Fevereiro
S. Cirilo e S. Metódio
Gen
4, 1-15.25 / Sl 49, 1.8.16-17.20-21 / Mc 8, 11-13
O
pecado envenena as relações entre o homem e a mulher, entre os
irmãos. O pecado repte-se.
O
sangue de todos os Abeis do mundo continua gritando diante de
Deus. E Deus, que não entende de distâncias nem de raças,
continua perguntando: “Onde está o teu irmão?”
Senhor, abre os meus olhos diante do pecado social.
Abel e Caím
Figuras míticas de ontem e de todos os tempos, drama do passado
e do presente. Abel – “alento” dedica-se ao pastoreio. Vive como
nómada com os seus gados. Cain – “o metalúrgico – faz-se
lavrador e por isso sedentário. Abel vive ao sabor do tempo e
sempre à procura. Cain instalou-se e começou a fazer provisões.
Um está mais aberto, com capacidade para admiração, o outro vive
abrigado nas usa próprias seguranças. Abel recorda o povo
itinerante, sempre à escuta de Yahvé. Cain representa o estar
estabelecido e por isso esquece a dependência da divindade.
Cain e Abel: a ruptura da fraternidade, gérmen da desumanização,
destruição e harmonia, frustração de um projecto. Mas aí está
Deus…
15 de
Fevereiro
Gen 6, 5-8;
7,1-5.10 / Sl 28, 1-3.9-10 / Mc 8, 14,21
Se em Génesis 1
Deus disse que “tudo era bom”, agora lamenta-se “da maldade do
ser humano que crescia sobre a terra”.
Somos responsáveis
pelo mundo. A criação necessita da nossa administração
harmoniosa e consciente.
Senhor, ajuda-nos a
descobrir os teus traços em toda a criação. Só assim poderemos
agir com responsabilidade e generosidade.
O MEU DESEJO
Que a verdade
esteja sempre acima de tudo.
Que o perdão e a compreensão superem as amarguras e as
desavenças.
Que este pequeno mundo virtual seja cada vez mais humano.
Que todos os meus sonhos se transformem em realidade.
Que o amor pelo próximo seja a minha meta absoluta.
Que a minha jornada de cada dia esteja repleta de flores.
16 de
Fevereiro
Gen 8, 8-13. 20-22 / Sl 115,12-19 / Mc 8, 22-26
A cura do cego tem hoje plena actualidade.
Ninguém pode dizer que vê, sem distorcer, a realidade e
a vida, a própria existência, os apelos da graça, os
desafios do amor.
Com frequência estamos cegos. Peço-te, Senhor, que
coloques as tuas mãos sobre os meus olhos e que me
devolvas a tua luz.
Símbolos Bíblicos
O relato do dilúvio é muito rico em elementos
simbólicos. O número quarenta significa o tempo de
provação que conduz a um novo encontro com Deus. A
pomba, que leva no bico um ramo de oliveira, ficou até
hoje como o símbolo da paz. O arco-íris, esse fenómeno
espectacular que enche de cor a abóbada celeste, é o
símbolo da aliança entre Deus e a humanidade.
17 de
Fevereiro
Gen 9, 1-13 / Sl 101, 16-23.29 / Mc 8,27-33
Deus faz um pacto com o ser humano. É um pacto para toda
a vida que deve ser respeitado também pelo homem e a
mulher. Ninguém pode dispor da vida do ser humano.
Que significa para mim respeitar a vida? Como trabalho
em favor da vida, como a respeito e a protejo?
Senhor, tu que escutas os nossos gritos, abre os meus
ouvidos à voz de toda a criação.
18 de
Fevereiro
S. Teotónio
Gen
11, 1-9 / Sl 32, 10-15 / Mc 8,34-38
O
ser humano, orgulhoso, quer erigir-se em deus. Se Deus disse:
façamos…” Agora o homem diz: “Façamos tijolos, façamos uma
cidade”.
Crês que o orgulho continua sendo hoje motivo de confusão (é
isso que significa Babel)?
Perdoa-me, Senhor, pelo orgulho que me impede escutar e não me
deixa estabelecer relações fraternas.
19 de
Fevereiro
Heb 11, 1-7
/ Sl 114, 2-5.10-11 / Mc 9, 2-12
Jesus permite aos seus discípulos que vislumbrem o ressuscitado.
Toda a nossa vida a caminho de Jerusalém está sustentada por
esta experiência e por essa luz que nos transfigura.
20
de Fevereiro
VII DOMINGO DO TEMPO COMUM
Lev
19, 1-2.17-18 / Sl 102, 1-4.8-13 / 1 Cor 3, 16-23 / Mt 5,38-48
Jesus situa o ser humano numa nova relação com Deus. A de filhos
do Pai. A pessoa vive já desde a experiência da “justiça” de
Deus que faz nascer o sol sobre todos e envia a chuva para
todos. Quem sentiu Deus como Pai, vive desde essa atitude de
filho. É muito mais do que um mero “fazer” humanitário que já
não é pouco. Toda a acção tem sentido num fundamento que dá
coerência a toda a vida. Agora a humanidade é uma grande família
que encontra a sua felicidade na doação e na criação, a casa que
todos cuidamos com mimos.
21
de Fevereiro
S. Pedro Damião
Sir
1, 1-10 / Sl 92,1-2.5 / Mc 9,14-29
Toda a acção dos discípulos deve brotar da fé em Jesus, o Mestre
e Senhor.
De
outro modo, o poder que a todo o discípulo se lhe entrega pode
converter-se em auto-suficiência, e a oração num rito mágico.
Senhor, vem em meu auxílio. Enraíza-me em ti, de outra forma,
toda a minha acção será um fracasso.
22
de Fevereiro
Cadeira de S. Pedro, apóstolo
1
Pe 5, 1-4 / Sl 22, 1-6 / Mt 16, 13-19
O
encargo que Jesus confia a Pedro fá-lo servo de uma Igreja que
não é sua, mas de Cristo, e à qual deve ajudar a caminhar na
fidelidade à fé recebida.
Pedro converte-se em “pastor delegado de Jesus”. Como poderíamos
ajudar os que exercem estas tarefas na nossa comunidade de modo
que se assemelhem cada vez mais a Jesus, Bom Pastor?
Hoje rezo pelo Papa e por todas aquelas pessoas que aceitaram
servir a Igreja.
23
de Fevereiro
S. Policarpo
Sir 4, 12-22 / Sl 118, 165-175 / Mc 9,38-40
A passagem do Eclesiástico (Siracide) convida hoje a
procurar e a acolher a sabedoria. Fixa-te o que promete
a quem a aceita.
Jesus Cristo é a Sabedoria incarnada. Revelou-nos a
maior das riquezas: o coração do Pai.
Pai, faz que nós que conhecemos a Boa Nova de Jesus
Cristo sejamos anunciadores e testemunhas da sua
sabedoria.
Vem
Vem, Espírito de Deus,
vem dar-nos alegria
para poder convidar para a festa
os que perderam a esperança.
Vem, Espírito de Deus,
vem dar-nos a paz
e poderemos construir pontes
onde a humanidade possa encontrar-se.
Vem, Espírito de Deus,
vem infundir-nos valor
para podermos realizar acções e gestos
à maneira de Jesus.
24 de
Fevereiro
Sir 5, 1-10
/ Sl 1,1-4.6 / Mc 9,41-50
Não
confies nas tuas riquezas, nas tuas forças, não dês rédea solta
aos teus caprichos e vantagens…
Parece que Ben-Sirá conhece a nossa realidade. Completa o salmo
a sua reflexão: põe a tua confiança no Senhor. E o evangelho diz
que o importante e definitivo são os valores do Reino de Deus.
Senhor, quero ser como uma árvore plantada nas margens das águas
correntes.
25 de
Fevereiro
Sir 6,5-17 / Sl 118, 12.16.18.27.34-35 / Mc 10,1-12
As leituras de hoje louvam a fidelidade e a amizade, o
ideal do matrimónio “para sempre”, o respeito pela
mulher, a igualdade dos cônjuges.
Que reflexão suscitam em mim as leituras de hoje?
Senhor, pelos amigos que não foram fiéis, pelos casais
que fracassaram no seu projecto de vida. A Igreja que é
mãe, saberás reflectir o rosto de Deus-Pai.
26 de
Fevereiro
Sir 17, 1-13
/ Sl 102, 13-18 / Mc 10,13-16
O
Siracide recorda-nos a grandeza do ser humano. O Evangelho
obriga-nos a redobrar de atenção porque a sua verdadeira
grandeza é a humildade.
27 de
Fevereiro
VIII DOMINGO DO TEMPO COMUM
Is 49, 14-15 / Sl 61, 2-3.6-9 / 1 Cor 4, 1-5 / Mt 6,
24-34
Uma das frases que mais se ouvem hoje em dia é esta:
“Estou angustiado”. Pois o evangelho de hoje termina com
toda a angústia e com todo o stress. “Não vos
preocupeis”, repete. Não existe nem o passado (fica só
na memória) nem o futuro (que forjamos agora), só existe
uma realidade, a presente, e esta é a que estamos a
defrontar. Não deixes os “e se…” ou os “havia de ter…”
perturbarem a tua vida. Não permitas que o relativo te
angustie.
Evidentemente que a despreocupação que propõe não é
“deixar andar”. Paradoxalmente é confiança, certeza de
que Deus fez uma opção incondicional pelo ser humano. A
segurança de que estamos nas mãos de Deus leva-nos a
viver com serenidade e a resituar o importante e o
acessório.
28 de
Fevereiro
Sir 17, 20-28 / Sl 31, 1-2. 5-7 / Mc 10, 17-27
Aquele homem foi-se embora triste. Queria “ser” mas
“tinha” demasiadas coisas que não o deixavam viver
livre.
Procuro viver atento às riquezas, méritos, práticas
religiosas ou convenções sociais que me tornam escravo e
me obrigam a viver de rosto franzido e triste?
Senhor, concede-me disponibilidade e valentia para
seguir-te até aos cumes do amor.
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