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Missionárias Servas do Espírito Santo

 








Somos uma Congregação Missionária internacional. Através da nossa vida no meio do povo, queremos anunciar a todos o amor de Deus, sobretudo aos mais necessitados e aos que ainda não conhecem Jesus Cristo. O amor de Deus leva-nos a participar da sua vida, a partilhar com eles a nossa fé, buscando caminhos que conduzam das trevas e indiferença deste mundo à luz, liberdade e segurança do amor de Deus.

Trabalhamos com grupos marginados, famílias, mulheres, crianças e jovens; cuidamos de idosos, doentes e moribundos; colaboramos na formação de comunidades eclesiais de base, na promoção de líderes leigos, no serviço em favor da justiça e da paz e na defesa dos dereitos e dignidade da mulher.

 

 

 

 


 


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2675-599 Odivelas

Tel. 219 332576

 

 

 

O padre Arnaldo Janssen, perante a manifesta vontade de Deus não opõe resistência. Deus quer, mãos à obra! Parece ser o móbil da sua maravilhosa vida. É assim que, no dia 8 de Dezembro de 1889, consciente da importância da mulher no campo da caridade cristã, do ensino e da pastoral, lança os fundamentos de outra Congregação Missionária, agora feminina!
No dia 17 de Janeiro de 1892 entrega pessoalmente o hábito às primeiras 16 noviças. O mesmo as acompanha no seu processo de entrega radical e incondicional a Deus Uno e Trino, a favor da obra missionária da Igreja.

Os dois primeiros pilares desta segunda fundação de Arnaldo Janssen e Co-Fundadoras da Congregação Missionária Servas do Espírito Santo foram as Madres Maria Elena Stollenwerk e Josefa Hendrina Stenmanns

Hoje a Congregação conta com aproximadamente 3.700 irmãs, procedentes de muitas nações e estão presentes em 40 países,desenvolvendo tarefas de promoção humana e cristã em todo o mundo.

 

Helena Stollenwerk

Helena nasceu no dia 28 de novembro de 1852, numa aldeia do Eifel, na Alemanha. Sua infância foi marcada pela morte de seu pai e pelo cuidado com seus irmãos surdos-mudos. As leituras sobre as missões em países não evangelizados tocou Helena profundamente.

Aos 14 anos foi nomeada promotora da Obra Missionária da Santa Infância de sua paróquia. Sentia-se profundamente atraída pelas crianças da China, a quem procurava meios para ajudar. O ideal missionário era a preocupação de seus sonhos de adolescente e o segredo de sua natural disponibilidade para tudo que era nobre e bom. Prestava assistência aos pobres, cuidava dos doentes, rezava com os moribundos e, sempre que podia, ficava em oração diante do Santíssimo Sacramento.

Aos 16 anos descobriu que através da vida religiosa poderia alcançar sua meta. Durante anos procurou por uma congregação missionária. Como a Alemanha vivia tempos de perseguição, Helena precisou esperar.

Helena foi a primeira jovem a se apresentar ao fundador das obras de Steyl, Arnaldo Janssen. Superou com firmeza a oposição de sua família e do seu pároco que não queriam que ela fosse para Steyl trabalhar como empregada. Lá sua espera continuou por longos anos. Somente em 1889 foi recebida como postulante. Quando fez seus primeiros votos, Helena já tinha 42 anos de idade e, pouco a pouco, via distanciar-se o sonho de partir para as missões.

Irmã Maria, como ficou chamada, tinha uma especial veneração ao Espírito Santo, que se traduzia no amor recíproco. Queria que as Irmãs se amassem por amor ao Espírito Santo e vivessem sua própria consagração a DEUS sem reservas. Ela sabia criar uma atmosfera onde as pessoas pudessem desenvolver-se e crescer. Em casos de desentendimento, não hesitava em dar o primeiro passo para a reconciliação. Nas suas cartas sempre fazia referência à harmonia e ao amor.

Em 1898, Irmã Helena, respondendo ao pedido de Pe. Arnaldo, entregou seu cargo de superiora e ingressou no ramo das irmãs enclausuradas. Este foi um passo muito difícil, tanto para ela como para as irmãs missionárias que nela sempre encontravam um forte apoio. Num gesto de humildade, Irmã Maria recebeu o hábito de noviça da Adoração Perpétua e o nome de Irmã Maria Virgo.

Pelo fim de 1899 foi acometida por uma encefalite tuberculosa que a levou a morte. Pode ainda, em caráter de emergência, emitir seus votos. No dia 3 de fevereiro de 1900, ela partiu para o Pai.

 

Josefa Stennmans

Hendrina Stenmanns nasceu no dia 28 de maio de 1852, no Baixo Reno, na vila de Issum, diocese de Münster na Alemanha. Dos 6 aos14 anos de idade freqüentou a escola, mas antes de terminar o último ano teve que deixá-la para ajudar a cuidar da casa e dos irmãos menores. Sua dedicação generosa ao trabalho não impedia a busca de DEUS e a prática das virtudes cristãs. Seu amor e sensibilidade eram tais que todos os doentes queriam tê-la perto Hendrina Stenmanns (Madre Josefa) .

Hendrina Stenmanns nasceu no dia 28 de maio de 1852, no Baixo Reno, na vila de Issum, diocese de Münster na Alemanha. Dos 6 aos14 anos de idade freqüentou a escola, mas antes de terminar o último ano teve que deixá-la para ajudar a cuidar da casa e dos irmãos menores. Sua dedicação generosa ao trabalho não impedia a busca de DEUS e a prática das virtudes cristãs. Seu amor e sensibilidade eram tais que todos os doentes queriam tê-la perto.

Aos 19 anos tornou-se membro da Terceira Ordem de São Francisco em Sonsbeck que, através das conferências, debates e leituras ajudou-a a desenvolver sua vida espiritual. Hendrina queria ser religiosa, mas a época não era favorável. Inúmeros conventos estavam sendo fechados em função de incidentes políticos do "Kulturkampf".

Em 1878 faleceu a mãe e Hendrina lhe havia prometido cuidar do pai, dos irmãos e irmãs. Tinha agora 26 anos e seu irmão mais novo tinha apenas 8 anos. Diante da impossibilidade de realizar sua vocação, entregou-se nas mãos da Divina Providência.

Anos depois veio a conhecer a obra missionária de Steyl e duas jovens que lá trabalhavam como empregadas na esperança que um dia seria fundada uma congregação feminina. Hendrina sentiu que lá era seu lugar. Padre Arnaldo aceitou o pedido de Hendrina e, em 1884, quando sua irmã mais nova tinha condições de ocupar seu lugar, partiu para Steyl, o dia 8 de Dezembro de 1889 é considerado o "Dia da Fundação" da Congregação das Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo e ela, com mais cinco moças, entre elas Helena Stollenwek, foram recebidas como postulantes.

Em agosto de 1891, Arnaldo Janssen nomeou Helena Stollenwerk como superiora da comunidade e Hendrina como sua assistente. No dia 17 de Janeiro de 1892, recebeu o hábito religioso e o nome de Irmã Josefa. Dia 12 de Março de 1894, junto com onze companheiras, finalmente pôde emitir os Primeiros Votos Religiosos.

Para a Irmã Josefa a vida religiosa significava pertencer inteiramente a Deus. Com o aumento do número de Irmãs, o trabalho aumentava continuamente. Mesmo assim, ela não se perdia nas inúmeras tarefas e sempre tinha uma palavra bondosa; trabalho e oração era igualmente serviço a Deus. Tornou-se necessário construir um novo convento para acolher o número crescente de irmãs.

Em 1902 foi lançada a pedra fundamental. Irmã Josefa, no entanto, sofria cada vez mais de asma e de outras enfermidades que vieram somar-se. Em meio a intensos sofirmentos veio a falecer em 20 de maio de 1903 e foi sepultada ao lado da outra co-fundadora: Madre Maria Stollenwerk.

 

María Elena Stollenwerk (1852 - 1900)

Elena Stollenwerk


Josefa Stenmanns (1852 - 1903)

Josefa Stenmanns


 

 

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