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Somos uma Congregação Missionária internacional.
Através da nossa vida no meio do povo, queremos
anunciar a todos o amor de Deus, sobretudo aos
mais necessitados e aos que ainda não conhecem
Jesus Cristo. O amor de Deus leva-nos a
participar da sua vida, a partilhar com eles a
nossa fé, buscando caminhos que conduzam das
trevas e indiferença deste mundo à luz,
liberdade e segurança do amor de Deus.
Trabalhamos com grupos marginados, famílias,
mulheres, crianças e jovens; cuidamos de idosos,
doentes e moribundos; colaboramos na formação de
comunidades eclesiais de base, na promoção de
líderes leigos, no serviço em favor da justiça e
da paz e na defesa dos dereitos e dignidade da
mulher.
Em Portugal
Rua de Monte Carlo, 19-3º A
2605-450 Casal de Cambra
Tel. 219 815613
Praceta Pedro Escobar, 2- 3º E
2675-599 Odivelas
Tel. 219 332576 |
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O
padre Arnaldo Janssen, perante a manifesta
vontade de Deus não opõe resistência. Deus quer,
mãos à obra! Parece ser o móbil da sua
maravilhosa vida. É assim que, no dia 8 de
Dezembro de 1889, consciente da importância da
mulher no campo da caridade cristã, do ensino e
da pastoral, lança os fundamentos de outra
Congregação Missionária, agora feminina!
No dia 17 de Janeiro de 1892 entrega
pessoalmente o hábito às primeiras 16 noviças. O
mesmo as acompanha no seu processo de entrega
radical e incondicional a Deus Uno e Trino, a
favor da obra missionária da Igreja.
Os dois primeiros pilares desta segunda fundação
de Arnaldo Janssen e Co-Fundadoras da
Congregação Missionária Servas do Espírito Santo
foram as Madres Maria Elena Stollenwerk e Josefa
Hendrina Stenmanns
Hoje a Congregação conta com aproximadamente
3.700 irmãs, procedentes de muitas nações e
estão presentes em 40 países,desenvolvendo
tarefas de promoção humana e cristã em todo o
mundo.
Helena nasceu no dia 28 de novembro de 1852,
numa aldeia do Eifel, na Alemanha. Sua infância
foi marcada pela morte de seu pai e pelo cuidado
com seus irmãos surdos-mudos. As leituras sobre
as missões em países não evangelizados tocou
Helena profundamente.
Aos 14 anos foi nomeada promotora da Obra
Missionária da Santa Infância de sua paróquia.
Sentia-se profundamente atraída pelas crianças
da China, a quem procurava meios para ajudar. O
ideal missionário era a preocupação de seus
sonhos de adolescente e o segredo de sua natural
disponibilidade para tudo que era nobre e bom.
Prestava assistência aos pobres, cuidava dos
doentes, rezava com os moribundos e, sempre que
podia, ficava em oração diante do Santíssimo
Sacramento.
Aos 16 anos descobriu que através da vida
religiosa poderia alcançar sua meta. Durante
anos procurou por uma congregação missionária.
Como a Alemanha vivia tempos de perseguição,
Helena precisou esperar.
Helena foi a primeira jovem a se apresentar ao
fundador das obras de Steyl, Arnaldo Janssen.
Superou com firmeza a oposição de sua família e
do seu pároco que não queriam que ela fosse para
Steyl trabalhar como empregada. Lá sua espera
continuou por longos anos. Somente em 1889 foi
recebida como postulante. Quando fez seus
primeiros votos, Helena já tinha 42 anos de
idade e, pouco a pouco, via distanciar-se o
sonho de partir para as missões.
Irmã Maria, como ficou chamada, tinha uma
especial veneração ao Espírito Santo, que se
traduzia no amor recíproco. Queria que as Irmãs
se amassem por amor ao Espírito Santo e vivessem
sua própria consagração a DEUS sem reservas. Ela
sabia criar uma atmosfera onde as pessoas
pudessem desenvolver-se e crescer. Em casos de
desentendimento, não hesitava em dar o primeiro
passo para a reconciliação. Nas suas cartas
sempre fazia referência à harmonia e ao amor.
Em 1898, Irmã Helena, respondendo ao pedido de
Pe. Arnaldo, entregou seu cargo de superiora e
ingressou no ramo das irmãs enclausuradas. Este
foi um passo muito difícil, tanto para ela como
para as irmãs missionárias que nela sempre
encontravam um forte apoio. Num gesto de
humildade, Irmã Maria recebeu o hábito de noviça
da Adoração Perpétua e o nome de Irmã Maria
Virgo.
Pelo fim de 1899 foi acometida por uma
encefalite tuberculosa que a levou a morte. Pode
ainda, em caráter de emergência, emitir seus
votos. No dia 3 de fevereiro de 1900, ela partiu
para o Pai.
Hendrina Stenmanns nasceu no dia 28 de maio de
1852, no Baixo Reno, na vila de Issum, diocese
de Münster na Alemanha. Dos 6 aos14 anos de
idade freqüentou a escola, mas antes de terminar
o último ano teve que deixá-la para ajudar a
cuidar da casa e dos irmãos menores. Sua
dedicação generosa ao trabalho não impedia a
busca de DEUS e a prática das virtudes cristãs.
Seu amor e sensibilidade eram tais que todos os
doentes queriam tê-la perto Hendrina Stenmanns
(Madre Josefa) .
Hendrina Stenmanns nasceu no dia 28 de maio de
1852, no Baixo Reno, na vila de Issum, diocese
de Münster na Alemanha. Dos 6 aos14 anos de
idade freqüentou a escola, mas antes de terminar
o último ano teve que deixá-la para ajudar a
cuidar da casa e dos irmãos menores. Sua
dedicação generosa ao trabalho não impedia a
busca de DEUS e a prática das virtudes cristãs.
Seu amor e sensibilidade eram tais que todos os
doentes queriam tê-la perto.
Aos 19 anos tornou-se membro da Terceira Ordem
de São Francisco em Sonsbeck que, através das
conferências, debates e leituras ajudou-a a
desenvolver sua vida espiritual. Hendrina queria
ser religiosa, mas a época não era favorável.
Inúmeros conventos estavam sendo fechados em
função de incidentes políticos do "Kulturkampf".
Em 1878 faleceu a mãe e Hendrina lhe havia
prometido cuidar do pai, dos irmãos e irmãs.
Tinha agora 26 anos e seu irmão mais novo tinha
apenas 8 anos. Diante da impossibilidade de
realizar sua vocação, entregou-se nas mãos da
Divina Providência.
Anos depois veio a conhecer a obra missionária
de Steyl e duas jovens que lá trabalhavam como
empregadas na esperança que um dia seria fundada
uma congregação feminina. Hendrina sentiu que lá
era seu lugar. Padre Arnaldo aceitou o pedido de
Hendrina e, em 1884, quando sua irmã mais nova
tinha condições de ocupar seu lugar, partiu para
Steyl, o dia 8 de Dezembro de 1889 é considerado
o "Dia da Fundação" da Congregação das Irmãs
Missionárias Servas do Espírito Santo e ela, com
mais cinco moças, entre elas Helena Stollenwek,
foram recebidas como postulantes.
Em agosto de 1891, Arnaldo Janssen nomeou Helena
Stollenwerk como superiora da comunidade e
Hendrina como sua assistente. No dia 17 de
Janeiro de 1892, recebeu o hábito religioso e o
nome de Irmã Josefa. Dia 12 de Março de 1894,
junto com onze companheiras, finalmente pôde
emitir os Primeiros Votos Religiosos.
Para a Irmã Josefa a vida religiosa significava
pertencer inteiramente a Deus. Com o aumento do
número de Irmãs, o trabalho aumentava
continuamente. Mesmo assim, ela não se perdia
nas inúmeras tarefas e sempre tinha uma palavra
bondosa; trabalho e oração era igualmente
serviço a Deus. Tornou-se necessário construir
um novo convento para acolher o número crescente
de irmãs.
Em 1902 foi lançada a pedra fundamental. Irmã
Josefa, no entanto, sofria cada vez mais de asma
e de outras enfermidades que vieram somar-se. Em
meio a intensos sofirmentos veio a falecer em 20
de maio de 1903 e foi sepultada ao lado da outra
co-fundadora: Madre Maria Stollenwerk.
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